Tenho muita saudade...
terça-feira, 28 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
*QUANDO AS COISAS NÃO SÃO FÁCEIS*
Mesmo quando as coisas se tornam difíceis... eu não vou parar de te amar... não vou parar de te olhar...
Simplesmente não o sei fazer... nem quero.
AMO-TE ÂNGELO.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
*25 ANOS DEPOIS*
Hoje é um dia muito especial para um casal de Amigos.
A 21 de Setembro de 1985, tinha eu ainda 4 anos, pude partilhar da alegria deste casal, no dia que escolheram para unirem as suas Vidas para todo o sempre.
Hoje celebram 25 anos de casados.
Hoje celebram as suas Bodas de Prata.
Hoje estarei presente para com eles voltar a festejar a alegria destes anos de Vida e Amor conjunto.
Hoje festejam 25 anos de casados e têm uma FAMÍLIA LINDA.
Duas filhas amadas e que amam seus Pais.
Amigos que nunca se esquecem deles.
Amigos que fazem travessuras... (porque será?)
Ao Sr. ANTÓNIO e à FATINHA eu desejo as maiores FELICIDADES DO MUNDO e agradeço poder convosco partilhar um pouco destes 25 anos.
SEJAM ETERNAMENTE FELIZES.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
*AS AMIZADES COMUNS*
O que habitualmente chamamos amigos e amizades não são senão conhecimentos e familiaridades contraídos quer por alguma circunstância fortuita quer por um qualquer interesse, por meio dos quais as nossas almas se mantêm em contacto. Na amizade de que falo, as almas mesclam-se e fundem-se uma na noutra em união tão absoluta que elas apagam a sutura que as juntou, de sorte a não mais a encontrarem. Se me intimam a dizer porque o amava, sinto que só o posso exprimir respondendo: «Porque era ele; porque era eu».
(...) Não me venham meter ao mesmo nível essoutras amizades comuns! Conheço-as tão bem como qualquer outro, e até algumas das mais perfeitas do género, mas não aconselho ninguém a confundir as suas regras: laboraria num erro. Em tais amizades deve-se andar de rédeas na mão, com prudência e cautela - o nó não está atado de maneira que, acerca dele, não se tenha de nutrir alguma desconfiança. «Amai o vosso amigo», dizia Quílon, «como se algum dia tiverdes que o odiar; odiai-o como se tiverdes que o amar.» Este preceito, tão abominável se aplicada à soberana e superna amizade, é salutar a respeito das amizades comuns e habituais, em relação às quais se deve empregar este dito tão ao gosto de Aristóteles: «Ó amigos meus, não há nenhum amigo!»
Michel de Montaigne, in 'Ensaios'
In Citador
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
*UMA ANEDOTA*
Contaram-me esta anedota... vou tentar reproduzi-la aqui da melhor maneira!
A funcionária chega ao trabalho e diz:
"Estou grávida!"
O chefe responde:
"Estás despedida."
Foi mais ou menos assim...
(!)
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